
A personagem de Clarice Lispector comeu uma barata em
A paixão segundo G.H. A de Kafka virou uma ou um inseto muito parecido em
A metamorfose. E você? Será preciso comer ou se tornar uma barata para entender um pouco melhor sua vida, sua existência?
Eu prefiro virar uma borboleta com asas bem coloridas. Comer a massa deseja de uma barata? Nem pensar. Só se for morango com chocolate. Essa é a minha melhor terapia. Assim, a vida fica mais doce.
(Imagem: Google)
2 comentários:
sabe que acho que preciso, rsrs, sempre há tanto a entender, rs
Bons Dias
Comer coisas doces é bem mais agradável... :P
Postar um comentário