Indisposição mental. Cansaço. A verdade é que gostaria de encontrar mais qualidade de vida. O trabalho tem sido chato. Sem muitas inovações. Mesmice me incomoda. Gosto de mudanças. Rotina é um porre. Escrever aqui não é mais a mesma coisa há muito tempo. Tentei escrever sobre blogs, mas as atribuições rotineiras do trabalho me absorveram. Apertei o stop. Delineei novo rumo a minha vida saindo da casa de meus pais. Estou em fase de transição. Sei onde quero chegar, mas os meios para alcançar estão um pouco turvos. Ainda. Em sonhos, Deus sempre me envia sinais. Alguns consigo interpretar, outros permanecem em mistério. Livros e filmes acumulados. Leituras inconclusas. Algumas pessoas intragáveis com quem tenho que lidar. Não combino com este mundo. Não mesmo. Queria poder colocar uma mochila nas costas e sair pelo mundo afora sem rumo definido. Ainda serei mochileira na Europa, mesmo que seja apenas como turista curtindo as férias suadas para conquistar. Dias melhores, dias diferentes, dias mais vibrantes. Cuidar do meu novo lar tem sido bom. É indescritível a sensação de escolher os móveis, a cor das paredes. Os gastos são muitos, mas a razão é válida. Estava de férias e volto ao trabalho esta semana com vontade de prolongar o período de ausência por lá. A verdade é que o que faço não me seduz. Sinto muita falta de muito. Mas procuro fazer tudo da melhor forma possível. É o meu dever. Gostaria de aliar o dever ao prazer. Às vezes me sinto mal agradecida por não me sentir satisfeita profissionalmente. Mas o que posso fazer se sinto? Não que abomine tudo que faço. Há coisas que me proporcionam satisfação sim, mas a burocracia, a rotina, os jogos de vaidade sugam minhas energias. Se a felicidade não fosse o lema de minha vida, talvez não aguentasse a pressão. Ando sensível e com a mente extremamente inquieta. Odeio acomodação. Acho que tenho andado bastante descalça por aqui. Boa noite.
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domingo, 22 de agosto de 2010
Descalça
Indisposição mental. Cansaço. A verdade é que gostaria de encontrar mais qualidade de vida. O trabalho tem sido chato. Sem muitas inovações. Mesmice me incomoda. Gosto de mudanças. Rotina é um porre. Escrever aqui não é mais a mesma coisa há muito tempo. Tentei escrever sobre blogs, mas as atribuições rotineiras do trabalho me absorveram. Apertei o stop. Delineei novo rumo a minha vida saindo da casa de meus pais. Estou em fase de transição. Sei onde quero chegar, mas os meios para alcançar estão um pouco turvos. Ainda. Em sonhos, Deus sempre me envia sinais. Alguns consigo interpretar, outros permanecem em mistério. Livros e filmes acumulados. Leituras inconclusas. Algumas pessoas intragáveis com quem tenho que lidar. Não combino com este mundo. Não mesmo. Queria poder colocar uma mochila nas costas e sair pelo mundo afora sem rumo definido. Ainda serei mochileira na Europa, mesmo que seja apenas como turista curtindo as férias suadas para conquistar. Dias melhores, dias diferentes, dias mais vibrantes. Cuidar do meu novo lar tem sido bom. É indescritível a sensação de escolher os móveis, a cor das paredes. Os gastos são muitos, mas a razão é válida. Estava de férias e volto ao trabalho esta semana com vontade de prolongar o período de ausência por lá. A verdade é que o que faço não me seduz. Sinto muita falta de muito. Mas procuro fazer tudo da melhor forma possível. É o meu dever. Gostaria de aliar o dever ao prazer. Às vezes me sinto mal agradecida por não me sentir satisfeita profissionalmente. Mas o que posso fazer se sinto? Não que abomine tudo que faço. Há coisas que me proporcionam satisfação sim, mas a burocracia, a rotina, os jogos de vaidade sugam minhas energias. Se a felicidade não fosse o lema de minha vida, talvez não aguentasse a pressão. Ando sensível e com a mente extremamente inquieta. Odeio acomodação. Acho que tenho andado bastante descalça por aqui. Boa noite.sábado, 13 de março de 2010
Pause ou Stop
Após escrever este post, apertarei o botão de pause no blog. Até que durou bastante, mas agora vou cuidar de outros jardins. Se for o caso, voltarei para fazer um reflorescimento por aqui. Caso contrário, talvez esta postagem seja um stop.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
À mestra, com carinho
Estudar blogs, mais precisamente blogs e literatura. Limites entre ficção e confissão. Ideia que abracei por um tempo, mas que começou a me sufocar. Não o tema, nem a ideia de estudar sobre isso, mas outros fatores que gritavam dentro de mim mais urgentes. Se for para fazer mal-feito, prefiro não fazer. Interrompi o projeto. Perdi até mesmo um pouco do interesse inicial. Decidi cuidar mais de mim, soltar algumas amarras, investir em projetos que estavam adormecidos. Não foi fácil, não mesmo. Sinto, muitíssimo, mas ouvi meu coração e minha razão. Ambos estavam em comum acordo. As dúvidas cessaram. Não vale a pena empurrar coisas com a barriga. À Eliana Mara Chiossi, minhas desculpas por ter interrompido o projeto e meus sinceros agradecimentos pelo apoio. Eliana, você é um biscoito fino.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Vale night
Baianinha que sou, no verão surgem os hits carnavalescos e as festas de verão aos montes p/ ir. Durvalino, meu rei inventou este ano o vale night. Canção bobinha, como quase todas são, mas com agito que empolga quem gosta (que isso fique claro, porque há quem deteste e com todo o direito). Eu gosto e ponto. Com exceção do que se chama de pagode e afins, que definitivamente não fazem o meu estilo. Não consigo entrar na energia de letras que dizem "vou te comer, vou te comer..." ou "todo enfiado, todo enfiado...", ou "rala a chana no chão", etc. e tal. Não entra, não desce, não dá. Pra mim, porque há quem goste. Mas voltando aos hits de carnaval, eu adoro Asa de Águia e na sexta passada peguei meu "vale night" e fui para o festival de verão. Por todos os lados adolescentes aos montes. Há um tempo eu não percebia isso, porque também era um deles, mas agora sinto a diferença muito nitidamente, mas há espaço para todos e isso é o bom da história. Todas as tribos têm seu lugar ao sol. Caetano deu um show, a galerinha teen não curte, mas ok, há espaço para todos. Nos palcos secundários só vi o finalzinho de Vânia Abreu, que deu um show a parte. Victor e Leo, lindinhos e carismáticos. Gosto muito. Amei! Uhu! Gritei! Fofos, mas não só fofos, cantam e tocam muito, canções românticas, as que mais gosto e ponto. Depois, Asa! Curti muito meu vale night!!!!! Daniela Mercury e Carlinhos Brown = show bem artístico, mas não vi todo, saí para abastecer a pança e namorar um pouquinho. huhuhuhuhu Quase uma adolescente! Então, a sirene anunciou a entrada de Charlie Brown Jr. Oh, céus! Tudo que meu love queria ver. Ok, ele já foi a muitos shows do Jota Quest p/ me fazer companhia. Vamos lá, afinal, era o aniversário dele... Ai, ai... os adolescentes foram à loucura, cantaram todos os hits e eu lá sentindo o fedor de maconha por todos os lados, recebendo empurrão toda hora, porque a diversão deles era abrir rodas de luta, enfim, não curto. Detesto. E ainda houve momentos em que o vocalista mandou a polícia se retirar e deixar os meninos sob seus cuidados e em seguida sugeriu que acendessem um baseado para iluminar a pista que estava com luz baixa. Ai, ai, "é Charlie, Brooooooooooown!" Não gostei, não gosto, mas... E meu love é mega eclético, porque gosta de João Bosco a Charlie Brown, passando por Belo e Calipso. Gosto não se discute. Restava ver A Zorra, mas já estava amanhecendo e já tínhamos virado abóbora. O saldo foi positivo. Curti muito meu vale night.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Salve a natureza!
domingo, 6 de dezembro de 2009
Nova temporada
Voltei à "blogagem". Quase minhas flores secaram, mas já estou tratando de regá-las outra vez. Estava vamos dizer assim... na correria. Na verdade, sempre estou, mas há momentos que eu corro mais depressa. Agora, diminuí um pouco a velocidade. Desligar o botão, não consigo. No twitter, continuei a todo vapor. Ele exige menos caracteres de mim. I'm back again. Besitos!
domingo, 15 de novembro de 2009
Aos leitores
Leitores que por aqui passam,
A "vida real" tem me ocupado bastante, o que tem me feito escrever pouco no blog. Além das tarefas diárias que cada vez aumentam à medida que o final do ano se aproxima, tenho decisões importantes a tomar, o que tem exigido bastante de mim a todo momento. Quando tudo estiver mais tranquilo, serei mais assídua por aqui e também na leitura dos blogs dos e-amigos, afinal, é assim que se constrói toda a graça. Os comentários são um sinal de que alguém compartilha conosco os nossos escritos. Prometo regar melhor as flores em breve.
:-)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Porque hoje é dia do professor
Porque hoje é dia do professor e isso me toca diretamente. Professora for formação que fugiu da profissão. Rima feia, mas não importa. Sinto uma certa culpa por não ter honrado a missão. Abandonei a tarefa assumida pela estabilidade financeira, em busca da realização de planos que o dinheiro pode comprar. Vendida ao "sistema". Carrego essa culpa. Não lecionei por muito tempo, mas guardo boas lembranças dos meus alunos. Apesar de experiências altamente angustiantes, posso dizer que a maioria foi gratificante. Outra rima feia, mas realmente pouco importa. Sinto falta de meus alunos. Até os mais endiabrados me tratavam com carinho, guardadas algumas exceções. Uma turma que tive me chamava de psicóloga. Coversava muito com eles. Eram adolescentes e alguns me contavam segredos. Também diziam que eu era apaixonada (e não estavam errados), porque precisavámos estudar Camões e selecionei alguns poemas de amor. Uma forma mais fácil de fazer Camões chegar até eles. Que saudade! Eles gostavam que eu contasse as histórias dos livros, que infelizmente poucos liam (não eram alunos tão exemplares), mas gostavam de ouvir as histórias. Na sala de aula me sentia útil. Tinha a oportunidade de ajudar pessoas a pensar, a entender as coisas, a refletir sobre a vida, a desenvolver a criticidade. Hoje, no meu momento financeiro estável, a alma sempre anda inquieta. No meu atual ambiente de trabalho convivo com um sistema hierárquico, com jogos de poderes e vaidades que não combinam comigo. Gosto de autonomia e na sala de aula eu tinha. Espero que consiga resolver essa questão em algum momento. Tudo é possível. Pró, prozinha ou simplesmente professora. É o que sou. Porque isso me toca diretamente.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Oi, tudo bem?
Interessante algumas relações que estabelecemos com o outro. Oi, tudo bem? E daí não passa. Há variações, por exemplo, Bom dia! Ou um cumprimento gestual, como um balançar afirmativo de cabeças ou um sorriso, às vezes amarelo, fugidio, outras vezes mais harmônico, mais aberto, depende do estado de espírito. Podemos encontrar infinitas vezes esse mesmo outro que daí não passa. Não se sabe o porquê, mas daí não passa. Faço muito isso. Recebo muito isso. Queria ir mais além. Relações rasas me irritam.
sábado, 12 de setembro de 2009
Notícias de mim
Vou ser breve. Estou com catapora. Não é NADA bom! Eu mesma estou com dó de mim. Dos espelhos, amigos queridos, quero distância por enquanto. Escapei dessa quando criança, mas agora fui vencida pelo vírus. Tem nada não, eu darei a volta por cima.Deixo aqui alguns registros do meu último fim de semana para me dar energias positivas. Bem melhor que catapora.
(As fotos foram tiradas na Praia do Forte. A lagoa fica dentro da Reserva da Sapiranga - fomos até lá de quadriciclo, por isso os capacetes. Foi bom demais!)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
...
Falo pouco de meu pai. Emudeço. Talvez ele seja o anti-herói de minha vida. Mas ainda assim reconheço nele algumas virtudes. Quero conseguir um dia desenvolver melhor essa página de minha vida que mantenho a maior parte do tempo escondida. Trocamos poucas palavras. Não me sinto amada por ele. Também não sei se o amo. Uma vez, sofreu um acidente e pensei que fosse morrer em meus braços. Naquele momento, um pânico se apossou de mim porque seria o fim de uma relação que nunca existiu como eu gostaria. Nunca entendi bem seus sentimentos. Acho que nunca amou ninguém, nem a si mesmo. Já deixou em mim muitas cicatrizes, não no corpo, mas na alma, e estas são as mais difíceis de apagar.
Acho que nos amamos... De um jeito torto, meio capenga, mas talvez sim.
Acho que nos amamos... De um jeito torto, meio capenga, mas talvez sim.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Sem palavras

Pensei em escrever aqui um agradecimento enorme a todos que estiveram comigo no dia do meu aniversário, mas além da maioria deles não frequentar a blogosfera, me faltam palavras para registrar a felicidade que senti em ver que mesmo em meio a algumas adversidades, consegui reunir pessoas muito queridas, que aqueceram demais meu coração. Compartilho com os leitores deste blog o carinho indescritível que tenho por elas.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
2.9
Sexta-feira é meu aniversário. Já escrevi por aqui sobre o retorno de Saturno, inquietações na alma, que estão relacionados à chegada dos meus 29 anos. Era como se um sino badalasse e dissesse: Andréia, você está quase chegando à casa dos trinta. Precisa correr. Hoje, faltando apenas dois dias para a chegada do ciclo dos 29, não sinto mais vontade de correr. Correr para quê? Isso não significa que eu pretenda ficar parada, até porque definitivamente não faz parte de minha personalidade. Mas não pretendo correr para alcançar coisas que a sociedade cobra de mim. Nem eu mesma tenho me cobrado tanto ultimamente. Hoje, só tenho vontade de correr em busca de mais felicidade. E correr logo também para que chegue sexta-feira e eu possa comemorar com pessoas queridas mais um dia especial.
sábado, 18 de julho de 2009
Amor perfeito
Talvez tenha demorado um pouco para descobrir o que é um amor perfeito. Sempre buscava isso no sexo oposto, naquele que para mim seria o homem da minha vida. Hoje, acho que entendo um pouquinho mais do amor, mas o amor perfeito passa longe de estar nesse sexo oposto. O amor perfeito para mim é o que sinto por minha mãe e ela por mim. Não sei quando o beijo de boa noite cessou nem o porquê, mas eu gostava tanto! A gente cresce, os carinhos da infância muitas vezes vão embora, mas o amor fica. Seguramente digo, sei e sinto que ela é a pessoa que mais amo nesta vida, a quem devo absolutamente tudo que sou. Ela me diz que sou seu ouro em pó (não sei por que diz em pó...).Minhas conquistas são dela e as dela são minhas. Deseja meu sucesso incondicionalmente. Quando engravidou de mim, disseram-lhe que eu não deveria nascer. Ainda bem que ela me deu essa chance. E não apenas me deu a vida como sempre fez e faz tudo para me ver feliz. Neste mês, ela completou 60 primaveras de bondade, amizade e amor, muito amor.
Te amo, mainha!
(Imagem: Google)
Te amo, mainha!
(Imagem: Google)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Inquietude na alma
Vontade de mudar. Ando descombinada das coisas deste mundo. Tenho pensamentos efervescentes durante a madrugada. Falta coragem para dar um passo diferente, à frente. Vivo em um grande labirinto e o caminho que sigo às vezes parece não ser o que me levará à melhor saída. Ainda não entendo bem o que se passa, mas sinto uma grande inquietude na alma. Receio a todo momento tomar a direção errada. Mas será que existe a certa? Talvez seja tudo uma questão de ponto de vista. Tenho mania de ponderar as coisas, mas a vontade que grita é de não ponderar mais nada.(Imagem: Google)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Neverland
Podem dizer o que quiserem, mas ainda está para nascer um artista como Michael Jackson. Com muito pesar de fã que sou, recebi a notícia de sua morte. Pressentia há algum tempo que seus dias não seriam tão longos. Algo me dizia a cada notícia que tinha dele que não faltava muito para a despedida... Chegou. A forma como conduziu sua vida pode não ter sido das mais felizes, mas não se pode negar a sua importância e excelência como ícone da música pop. Um rei sim! O rei do pop. O rei da minha adolescência. Um artista ÚNICO. Revolucionou a música pop e isso, apesar de sua vida conturbada, é o que quero guardar de sua imagem. Imagem com a qual infelizmente não soube lidar, imagem com a qual nunca se satisfez. Excêntrico, louco, doente, não importa. O que sempre admirei nele foi o artista, não era apenas um cantor ou um dançarino, era um verdadeiro ARTISTA da música pop. Sempre quis ser criança. Agora, enfim, poderá encontrar sua Neverland. Deixo aqui a música Childhood, que fala por si só.Have you seen my Childhood?
I'm searching for the world that I
Come from
'Cause I've been looking around
In the lost and found of my heart...
No one understands me
They view it as such strange eccentricities...
'Cause I keep kidding around
Like a child, but pardon me...
People say I'm not okay
'Cause I love such elementary things...
It's been my fate to compensate,
for the Childhood I've never known...
Have you seen my Childhood?
I'm searching for that wonder in my youth
Like pirates and adventurous dreams,
Of conquest and kings on the throne...
Before you judge me, try hard to love me,
Look within your heart then ask,
Have you seen my Childhood?
People say I'm strange that way
'Cause I love such elementary things,
It's been my fate to compensate,
People say I'm not okay
'Cause I love such elementary things...
It's been my fate to compensate,
for the Childhood I've never known...
Have you seen my Childhood?
I'm searching for that wonder in my youth
Like pirates and adventurous dreams,
Of conquest and kings on the throne...
Before you judge me, try hard to love me,
Look within your heart then ask,
Have you seen my Childhood?
People say I'm strange that way
'Cause I love such elementary things,
It's been my fate to compensate,
for the Childhood I've never known...
Have you seen my Childhood?
I'm searching for that wonder in my youth
Like fantastical stories to share
The dreams I would dare, watch me fly...
Before you judge me, try hard to love me.
The painful youth
I've had
Have you seen my Childhood?
Have you seen my Childhood?
I'm searching for that wonder in my youth
Like fantastical stories to share
The dreams I would dare, watch me fly...
Before you judge me, try hard to love me.
The painful youth
I've had
Have you seen my Childhood?
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Em terra estranha
E o que dizer sobre as eternizadas por Caetano Veloso avenidas Ipiranga e São João? Confesso que passava por ali segurando bem firme a bolsa, afinal, recebi alerta de várias pessoas de que não deveria me descuidar naquela região... Entendi bem o porquê.
Mas ainda assim me encantei pela cidade. Fiquei perdida naquela imensidão. Foi um perder-me prazeroso, um perder-me para encontrar-me. Ainda estou sob a magia que a cidade causou em mim. Contudo, no dia da partida, assim como Caetano, alguma coisa aconteceu em meu coração de verdade, pois ao mesmo tempo que queria ficar mais naquele lugar para descobrir todos os seus encantos e explorar sua imensidão, quando o avião pousou em minha terra, senti uma alegria inexplicável. Terrinha cheia de vícios, mas onde estão minhas raízes. Talvez tenha vivido uma pequena síndrome de Dorothy às avessas: Não há lugar como o nosso lar, mas quero voltar para lá.
domingo, 14 de junho de 2009
Coisas de amor
Tão diferentes e tão iguais. Dizem que os signos de Leão e Aquário se combinam, apesar de pertencerem a elementos distintos, fogo e ar. Tenho pensado que os astrólogos podem ter razão. Eu, leonina, ele, aquariano. Eu, intensa, ele, oscilando entre momentos frios e calorosos. Como o ar que alimenta o fogo, ele consegue completar o que falta em mim. Contido quase todo o tempo, um louco na cama. Como é bom fazer loucuras com ele. Eu, quase um livro aberto, ele, cheio de páginas cerradas. Companheiro de aventuras, e quantas aventuras. Eu, tagarela, ele, quase mudo. Discrição absoluta para o mundo, escancaramento total para mim. Cúmplice de todos os passos de minha vida. Não lê este blog. Talvez nunca leia o que escrevo aqui. Não gosta de ler. Eu, amante da palavra escrita. Ele, um menino grande cheio de ideias. Tenho todos os motivos para não amá-lo e todos para amá-lo também. Fico com a segunda opção. O amor pula dentro de mim. Amo, apesar de. Amo, por causa de.Dia dos namorados, as canções de Jorge Vercilo embalaram nosso amor. Noite EMOCIONANTE! Encontrei um vídeo no youtube com uma canção que gostamos muito (Fênix). Não é do show que assistimos, mas foi cantada lindamente lá. Entre as diferenças e semelhanças que temos, a música sempre nos une.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Céu aberto
sábado, 6 de junho de 2009
Desabafo
Nas duas últimas semanas, minhas pétalas quase murcharam. Primeiro, encostei meu carro no carro de um vizinho. Não foi nada de grandes proporções, mas me causou uma pequenina dor de cabeça. A sorte é que esse vizinho é boa gente, porque se fosse algum outro, estaria com um problema enorme. Pior é que meu carro já apareceu ralado nessa "bendita" garagem e só Deus sabe quem foi o causador... Como se não bastasse, outro vizinho tem me causado transtornos, pois com sua falta de bom senso e por uma lógica absurda que só ele entende, se acha no direito de ocupar uma vaga a mais na garagem do prédio. Volta e meia me deparo com o carro dele na minha vaga e isso tem me tirado muito do sério. Seguindo essa linha automobilística, recebi uma autuação de infração de trânsito por excesso de velocidade. Logo eu... Mas descobri pela data e horário que não fui eu, mas sim meu namorado, mas como ele é bastante cauteloso com esses radares eletrônicos, é claro que vou recorrer. Pode ter realmente ocorrido o fato, mas é algo questionável, por isso, não pagarei a multa assim tão facilmente.
Ontem, para completar meu inferninho astral, fui assaltada. Um malandro levou meu celular. Não vou comentar sobre muitos detalhes da cena, só digo que tentei argumentar um pouco com ele de que meu celular não tinha tanto valor, mas entre aquele celular todo descascado que nada me havia custado, já que foi a operadora telefônica que me deu, e os demais objetos que carregava em uma sacola de compras e na minha bolsa, não relutei tanto e lhe entreguei o celular. De fato, não foi uma perda tão grande, afinal, a operadora telefônica já vai mandar outro para mim, que será recebido na comodidade do meu lar. Um infeliz aquele homem. Pelo menos não houve violência física.
Continuando meu desabafo, hoje aconteceu um fato inusitado. Depois de rodar horas e horas no shopping em busca de um presente de dia dos namorados, consegui encontrar algo perfeito. Mais tarde, ao conversar com o presenteado, ouvi seu relato feliz da vida de uma aquisição que tinha feito. A felicidade dele se converteu em tristeza minha, porque, acreditem, ele tinha comprado exatamente a mesma coisa que eu tinha escolhido para ser o seu presente. Ê, sintonia... Gosto quando nossa sintonia se cruza bem, mas hoje preferia que não tivesse sido assim. Resultado, lá vou eu trocar o presente. Não resisti e revelei a (in)feliz coincidência. Ele achou super engraçado, enquanto eu nem um pouco.
Para finalizar, hoje começaria um curso novo, mas pela segunda vez seguida foi adiado. Só tive o "trabalhinho" de me deslocar até o local do curso em meio a uma série de adversidades, mas tudo bem, eu sobrevivi. Há coisas muito piores acontecendo no mundo, embora não me sirvam de consolo, mas de motivo para murchar mais ainda. Mas, eu não me renderei. Como disse no início, eu quase murchei. Quase. Ainda bem que foi quase. Daqui a pouco minhas pétalas estarão completamente abertas outra vez. Para relaxar, fui ao salão de beleza. Arrumei as madeixas e pintei as unhas de violeta.
P.S.: Em comemoração à semana do meio ambiente, um estudante bem gurizinho me abordou na rua e me deu algumas sementes de girassol. Vou plantar para ver se vingam.
Ontem, para completar meu inferninho astral, fui assaltada. Um malandro levou meu celular. Não vou comentar sobre muitos detalhes da cena, só digo que tentei argumentar um pouco com ele de que meu celular não tinha tanto valor, mas entre aquele celular todo descascado que nada me havia custado, já que foi a operadora telefônica que me deu, e os demais objetos que carregava em uma sacola de compras e na minha bolsa, não relutei tanto e lhe entreguei o celular. De fato, não foi uma perda tão grande, afinal, a operadora telefônica já vai mandar outro para mim, que será recebido na comodidade do meu lar. Um infeliz aquele homem. Pelo menos não houve violência física.
Continuando meu desabafo, hoje aconteceu um fato inusitado. Depois de rodar horas e horas no shopping em busca de um presente de dia dos namorados, consegui encontrar algo perfeito. Mais tarde, ao conversar com o presenteado, ouvi seu relato feliz da vida de uma aquisição que tinha feito. A felicidade dele se converteu em tristeza minha, porque, acreditem, ele tinha comprado exatamente a mesma coisa que eu tinha escolhido para ser o seu presente. Ê, sintonia... Gosto quando nossa sintonia se cruza bem, mas hoje preferia que não tivesse sido assim. Resultado, lá vou eu trocar o presente. Não resisti e revelei a (in)feliz coincidência. Ele achou super engraçado, enquanto eu nem um pouco.
Para finalizar, hoje começaria um curso novo, mas pela segunda vez seguida foi adiado. Só tive o "trabalhinho" de me deslocar até o local do curso em meio a uma série de adversidades, mas tudo bem, eu sobrevivi. Há coisas muito piores acontecendo no mundo, embora não me sirvam de consolo, mas de motivo para murchar mais ainda. Mas, eu não me renderei. Como disse no início, eu quase murchei. Quase. Ainda bem que foi quase. Daqui a pouco minhas pétalas estarão completamente abertas outra vez. Para relaxar, fui ao salão de beleza. Arrumei as madeixas e pintei as unhas de violeta.
P.S.: Em comemoração à semana do meio ambiente, um estudante bem gurizinho me abordou na rua e me deu algumas sementes de girassol. Vou plantar para ver se vingam.
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